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Radiestesia
A existência de raios e radiações na natureza é um fato real. Podemos pensar nos raios de sol, em raios de calor, raios X, raios infravermelhos e ultravioletas, radiação dos rádios e das televisões, raios de radares e raios cósmicos.
O corpo humano por sua vez, é capaz de reagir à presença de certas energias, muitas vezes desconhecidas, emitidas até mesmo pelo solo e subsolo. Esta capacidade milenarmente explorada por intermédio de dois instrumentos – a varinha e o pêndulo – recebeu em 1919 a denominação de Radiestesia. A palavra vem do Latim radium (radiação) e do grego aesthesis (sensibilidade), ou seja, sensibilidade às radiações.
Desde tempos remotos, o pêndulo é o instrumento preferido dos radiestesistas, embora outros artefatos possam ser usados, como forquilhas (úteis na localização de fontes de água), varetas e fios. Acredita-se que esses artefatos, em especial os tradicionais Pêndulos, representam apenas extensões da própria sensibilidade do indivíduo, ou seja, são apenas veículos captadores de vibrações.
A física moderna dispõe de instrumentos muito precisos, capazes de captar vibrações mínimas, através de verdadeiros micro pêndulos acoplados a computadores sensíveis que hoje confirmam cientificamente a Radiestesia dos antigos alquimistas.
O Pêndulo e a Saúde
O Instituto IPENAI utiliza a técnica da Radiestesia como mais um recurso de diagnóstico. A técnica é simples, porém requer muito treino e somente experientes profissionais podem exercê-la. Com o paciente deitado primeiramente de costas, o radiestesista segura o pêndulo a uma distância de alguns centímetros do examinado. Começando à altura da testa, percorre toda a extensão do corpo, terminando na ponta dos pés. Em seguida repete a operação com o paciente deitado de barriga para baixo. Durante este processo o radiestesista vai observando os diversos movimentos do pêndulo e anota os resultados. De modo geral, as áreas com problemas apresentam movimentos pendulares diferentes daquele convencionado como indicador de normalidade e depois serão analisadas clinicamente, para melhor esclarecimento.
Menino ou Menina?
Segundo uma antiga tradição oriental, é possível conhecer o sexo dos bebes ainda no útero da mãe, através de um pêndulo confeccionado com uma das alianças do casal e pendurada por um fio de cabelo da mãe. A aliança deve ser segurada pouco acima do ventre materno. Inicia-se então um movimento espontâneo, em geral circular ou linear. O movimento linear indica criança do sexo masculino enquanto que o circular, criança do sexo feminino.
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